O pior cego é aquele que não quer ver
É impressionante o grau de realização que sentimos quando nos envolvemos com projetos sociais.
E esse sentimento me veio à tona através de um assunto que não aparece nas capas de jornais:
A falta de cães-guias.

Você sabia que no Brasil existem mais de 1,2 milhões de deficientes visuais?!
O mais alarmente é que, nesse universo, apenas 70 possuem cães-guias.
Como foge do cotidiano de quem não vive essa realidade, isso acaba não sendo diagnosticado a olhos nus.
O Projeto Cão-Guia, desenvolvido pelo IRIS – Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social, é responsável por 45% dos cães-guias desse cenário.
A Trammit Publicidade é uma das apoiadoras oficiais do projeto, colaborando na divulgação e em peças publicitárias.
O grande desafio do Projeto são alguns dificultadores, que atrapalham o desenvolvimento e agilidade na formação de cães-guias:
1. Qualificação de Treinadores:
A escassez de treinadores de cães-guias no Brasil é preocupante: apenas 1 treinador certificado. A qualificação se dá em nível de certificação internacional, por isso não é tão simples quanto possa parecer.
Recentemente retornaram quatro deficientes visuais da Leader Dogs For The Blind, em Detroit/USA. Lá, eles passaram cerca de um mês se adaptando a seus novos cães, sendo acompanhados pelo único treinador certificado do Brasil.
2. Falta de Centro de Treinamento:
De nada adianta formarmos novos treinadores se não há Centro de Treinamento. O problema é o custo elevado para implantação (cerca de 1 milhão de reais) e de manutenção mensal (cerca de 50 mil).

3. Valores superestimados:
Em média, o cão-guia tem um custo entre R$ 25.000,00 a R$ 30.000,00. Infelizmente o governo não colabora com essas iniciativas, e acabamos dependendo do investimento do terceiro setor.
4. Personalização:
Cada pessoa precisa de um perfil de cão-guia. Para definir o cão ideal, é levado em consideração o temperamento, rotina e lugar onde vai trabalhar. A pessoa precisa ter entre 18 a 60 anos, boa saúde e não ter doenças impeditivas. Resumindo: a personalidade do cão e do usuário tem que ser compatíveis.
5. Tempo de Treinamento:
O cão, ainda filhote, passa os dois primeiros anos de vida com uma família socializadora. Esta se incumbe de ambientá-lo a todos os tipos de situação: ir ao cinema, ao banco, andar de metrô, etc.
No Brasil, por não haver ainda Centro de Treino, não há famílias socializadoras de cães. Porém, enquanto ainda cumprir a função de guia, aqui o cão é permitido a circular por qualquer lugar. Se um estabelecimento o proibir, estará sujeito às punições do Código Penal Brasileiro.
Após essa etapa, os cães vão para os Centros de Treinamento, onde treinam de 3 e 5 meses.
Só a partir daí que os deficientes vão ao centro e buscam a compatibilidade, com cerca de mais um mês de treinamento.
6. Raças mais aptas:
Outro fator importante são as raças. O Labrador, Golden Retriever, Pastor Alemão e o cruzamento entre Pastor Alemão e Golden Retriever ou Labrador são raças mais propícias para o tipo de treinamento e condução das pessoas com deficiência visual. Características importantes: disposição, temperamento estável, tamanho, peso saudável e pelos fáceis de tratar.

Assista vídeo com a participação do Projeto na Feira Hair Brasil 2012:
Quer conhecer mais sobre o Projeto Cão-Guia? No endereço abaixo você pode se inteirar mais sobre o assunto e também colaborar.
http://www.facebook.com/IrisCaoGuia
É isso aí, pessoal.
Os detalhes fazem a diferença sim.
Façamos a nossa parte sempre!
As Redes Sociais e as Crianças
É de causar espantar como uma criança lida rapidamente com aparelhos eletrônicos complexos, e principalmente como desde cedo já tem familiaridade com a internet.
Bolinha de gude, pipa, gamão, etc? As crianças de décadas atrás estão praticamente extintas, e hoje nascem em um mundo novo repleto de informações a serem absorvidas.
Dentro de todas as margens que a estrada WWW nos leva, o foco desse post está no acesso das crianças nos sites de relacionamento: as redes sociais.
Repare na pesquisa abaixo, “Internet Safety for Kids & Families”, feita pela empresa de segurança Trend Micro:
Pais cujos filhos estão nas redes sociais:

Idade média dos filhos que usam os sites de relacionamento:
Fonte: Uol (http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/10/25/com-media-de-9-anos-brasileiros-sao-os-mais-jovens-no-mundo-a-entrar-nas-redes-sociais.jhtm)
As crianças no Brasil começam muito cedo sua vida nas redes sociais. Apesar dos pais permitirem, a média de preocupação destes (55%) é bem maior que a média mundial (33%).
Mas afinal, o que aflinge tanto estes pais?!
Tive uma conversa com pedagogos e este assunto ainda está muito “crú”. Senti que muitos não estão preparados para este fenômeno que mudou o paradigma da sociedade, e aumentou ainda mais os caminhos de aprendizados e “desaprendizados” destas crianças.
Como dizer não para uma criança em que todos os seus amigos estão lá?! Quais são os limites a serem impostos?!
Levantei abaixo alguns pontos a serem discutidos:
1) A forma que as redes sociais são apresentadas
As crianças sabem sobre as redes por convite de amigos, por algum jogo e até por observar parentes. A capacidade de absorver informações é latente, e por isso mesmo desde cedo estão explorando novas experiências.
Por isso é tão importante os pais estarem presentes nesse aspecto. Afinal, quem vai demonstrar os cuidados com sua privacidade, com o grau de exposição e risco que esse meio oferece?!
2) Pais despreparados com a situação
Os jogos online, os amigos conversando por Facebook, MSN. Tudo isso faz parte do universo de uma criança e não há escapatória.
A questão principal é que os pais de hoje não tem um modelo a ser seguido. Não tem uma solução rápida e eficaz e dependem principalmente de um bom diálogo e bom senso ao lidar com as redes sociais.
3) Redes Sociais na escola
Acredito muito e apoio os incentivadores do ensino das Redes Sociais em salas de aula. É uma forma de apresentar os benefícios, perigos e de integrar alunos em sua própria linguagem do dia-a-dia (já pensou como isso pode ser mais interessante?).
Apesar de algumas escolas adotarem essa iniciativa, ainda todo este processo está muito prematura.
Falta isso chegar em um nível governamental, e tenho certeza que em breve teremos grandes novidades.
Estamos em um momento novo, um marco, e temos que tirar o melhor dele.
As crianças podem usar as redes sociais para estudar, se relacionar com amigos e se divertir.
Ao mesmo tempo, este meio pode ser um espaço para preconceito, sexo, violência, etc.
Por isso mesmo esse é um assunto que precisa ser discutido.
E você, o que acha?
Participe!
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LEIA MAIS:
Comportamento das pessoas com o Smartphones
O mercado de Smartphone no Brasil teve crescimento de 84% e as pessoas cada vez mais mudam seu padrão de comportamento.
A sua empresa tem acessibilidade com os mobiles? Não é mais questão de opção, e sim de visibilidade. É inevitável fugir dessa tendência, que se tornou realidade rapidamente.

Convido vocês para uma pesquisa sobre o comportamento das pessoas com o Smartphone.
Compartilhe essa idéia para conseguirmos resultados relevantes.
Obrigado pela colaboração!
10 motivos para sua empresa estar nas Mídias Sociais
O objetivo desse post é justificar o quanto é essencial e importante uma marca estar ativa nas Mídias Sociais.
Tendências, ideias para campanhas, relacionamento e muito mais.
Confira:
1) Sua marca já está.
É isso mesmo. Não é porque você não criou uma Fanpage que sua marca não está nas mídias sociais.
As pessoas conversam sobre marcas, elogiando e criticando. Entre no Google e digite o nome da sua marca. Você está em algum lugar na web, e proporcionalmente a sua aparição cresce com a popularidade que você tem no segmento.
2) Presença
Estamos em um momento que a velocidade de tudo triplicou. As informações vão e vêm em segundos e por isso mesmo as Mídias Sociais são uma forma de sua marca ficar sempre próxima das pessoas que realmente importam.
3) Relacionamento
Conhecer os gostos dos usuários, o que pensam de você, interagir. Tudo isso possibilita a sua marca a se aproximar do seu consumidor. Criar alma e conquistar mais seguidores.
Claro, é importante você monitorar o segmento e a sua marca antes, para traçar uma estratégia concisa de como conquistar a confiança dos seus clientes (e futuros clientes).
4) Encontre advogados da sua marca
Sabe quando alguém está esculachando alguma coisa, e chega uma pessoa e defende a unhas e dentes? Pois é.
Monitorar mídias sociais pode permitir encontrar esses sagrados seres na web.

5) Descubra quem são os trolls da sua marca
Não interessa mais o motivo: esses caras odeiam sua marca.
É importante acompanhar o caminho desses usuários e principalmente entender o porque dessa reação.

6) Aperfeiçoar o seu serviço
As pessoas conversam na web sobre marcas e serviços. Elogiam e criticam.
O que podemos tirar de positivo é encontrar nosso pontos fortes e fracos.

7) Divulgação de Produtos/ Serviços
As redes sociais possibilitam as marcas a estarem presentes no dia-a-dia das pessoas, principalmente se tiver a sensibilidade de entrar com sensatez e relevância.
8) Transforme críticas em oportunidades
Tem pessoas que ficam desapontadas com alguma coisa. Com críticas como “muito boa a comida, mas o atendimento deixou a desejar”, vale a pena entrar em contato com essa pessoa.
O faça pela mesma mídia que ela se expressou, e mostre preocupação em entender o que aconteceu e que está buscando aperfeiçoar o seu serviço. Assim começam os grandes advogados de marca.

9) Descubra desejos das pessoas e aproveite
“Meu sonho é ter uma roupa dessa” pode ser uma grande oportunidade. As pessoas jogam nas mídias sociais seus desejos e inspirações.
Se você estiver monitorando, você ganha um espaço para evoluir um novo relacionamento.
Imagine uma resposta dessa: “Olá, João. Hoje é seu dia de sorte! Não pude deixar de notar que você adorou nossos produtos. Venha em nossa loja que a roupa é sua.”
Relacionamento direto, rápido e de impacto.

10) Idéias para produtos e campanhas
Nas próprias redes você pode encontrar soluções importantes para sua marca. “Adoro o tênis dessa marca. Eles poderiam fazer um chinelo, né?”. Em uma brincadeira dessas você descobre um novo nicho de mercado, como pode desvendar o que as pessoas consideram mais relevantes em seus produtos e usar como mote de campanha.

Acredite:
Você já está nas mídias sociais.
A pergunta que fica é:
Que tal aproveitar tudo que estas podem proporcionar?
Utilizando as mídias sociais a seu favor
Em algumas postagens na fanpage da agência Trammit (www.facebook.com/trammit), notei alguns posicionamentos que refletem um pouco em como julgamos o comportamento do nosso povo.

O brasileiro ama e desapega facilmente. O brasileiro reclama, odeia muito e esquece. O brasileiro quer estar sempre próximo de seus amigos, ouvir celebridades, interagir e interagir sempre.
O que adianta ter 1.000 amigos se só 50 deles são meus amigos mesmo?!
É simples: audiência.
Você tem uma platéia maior para ouvir o que você tem a dizer.
O que precisa ficar claro é que hoje somos uma mídia: produzimos conteúdo, emitimos opinião e temos nosso público.
Seguir/adicionar alguém é uma troca de interesses. Seja pessoal ou comercial, você não segue alguém impostamente.
Provavelmente você segue seu amigo de infância, o colega que conheceu em um curso do mesmo interesse, segue seu professor (formador de opinião, exemplo) e até mesmo aqueles amigos da sua namorada que trabalham na mesma área.

Algumas dicas básicas para que suas postagens/twittadas gerem interação:
1) O que seu público gosta?
Separe um tempo e analise seu perfil de facebook, twitter e afins. Crie categorias (Humor, Social, Profissional Direcionado, etc.) e note quais dessas mais tem sucesso de interação.
2) Que tipo de mensagem agrada?
O público costuma a interagir mais com vídeo, foto ou texto? Não interessa o comportamento do Brasil, e sim do seu público específico.
Obs: Independente de qual for o mais relevante, tente sempre mesclar o tipo de conteúdo.
3) Humanize-se
As pessoas gostam de ouvir assuntos inteligentes e interessantes. Mas também não deixe de ser a pessoa, e não só o profissional.
Poste sobre uma música que te lembra algo, uma frase que te inspira. Claro, tudo com moderação. Saiba mesclar! (Lembre-se: bom senso!)
4) Participe!
Não adianta você postar e lamentar por não ter resultados satisfatórios se você não dá moral para seus seguidores.
Curta, compartilhe, dê RT. Comente, se posicione.
A pessoa se sentirá lisonjeada e pode muito bem participar de suas publicações.
Importante: o seu posicionamento em comentários nas postagens de “amigos” pode gerar novos seguidores também.
Agora é hora de praticar nosso sucesso online.
Boa sorte, pessoal!
7 Dicas Básicas para Engajamento Social nos seus Perfis Pessoais
Você é um usuário legal na internet?
Tem muita gente no seu facebook e quase ninguém no twitter?
O foco desse post é dar dicas iniciais para você conseguir prosperar socialmente em todas estas.
Claro que você precisa alimentá-las de certa forma, e tomar cuidado com a atenção as interações recebidas.
Abaixo cito 7 regras básicas. Confira!
1) Nome de Usuário:
Para as pessoas te encontrarem na internet, você precisa buscar um nome de usuário padrão. Às vezes é inevitável um nome diferente, mas é importante se planejar para conseguir esse Nick padrão.
Uma dica é o site http://namechk.com/, em que você digita uma sugestão de nome de usuário e ele mostra em quais mídias está disponível.
2) Avatar:
Da mesma forma que o nome de usuário, é importante você padronizar seu avatar. Isso facilita que as pessoas saibam que é você mesmo, e criem uma rápida associação com avatar e nome de usuário.
3) Centralize suas Informações:
Em quais mídias sociais posso seguir tal pessoa? O site http://www.meadiciona.com/ é uma boa forma de você expor sua descrição e em que mídias você está, com os devidos links.
4) Vincule suas contas sempre:
Nunca esqueça de colocar nas descrições de seu facebook os links das outras redes de atua, e assim por diante.
5) O quão você é relevante?:
Uma ferramenta bem legal de mensurar seu nível de engajamento na internet e o www.klout.com. É bem simples: você cadastra as mídias sociais que está cadastrado e ele faz uma análise do seu nível de interação, do quanto sua palavra nessas ferramentas tem força viral. Para alguns pode parecer bobagem, mas na verdade o seu nível de engajamento para muitas marcas já é uma fila de atendimento para resolver problemas. Se duas pessoas estão reclamando de uma marca, não tenha dúvida que a mais relevante será atendida primeiro.
6) Conteúdo:
De acordo com o item 5, é importantíssimo cuidarmos do nosso nível de engajamento na web. Resumindo: quando você posta algo, as pessoas curtem? Compartilham? Dão Retweet?
É esse tipo de ação que é mensurado. Não basta postar e ninguém te ouvir.
Portanto, cuide do conteúdo que você vincula na internet. Repare que assuntos seus amigos costumam interagir mais e evite postar excessivamente e marcar as pessoas toda hora.
Importante: Evite também ficar replicando tudo que posta em uma mídia social para outra. Muitas delas você tem os mesmos seguidores, e isso pode ser cansativo. Seja relevante!
Cada ferramenta o público se comporta de um jeito. Distribua seu conteúdo nas mídias certas!
7) Não existe a mídia social para trabalho e outra pra diversão:
Se você está na internet, você está totalmente exposto. Tome cuidados básicos, pois seus chefes e/ou clientes podem pesquisar e ver quem realmente você é. As máscaras caem na internet, e portante, é importante que você tome seus devidos cuidados, mas sem perder sua essência.
Exagero em assuntos de futebol com paixão exagerada, fotos repetidas com destilados, publicações de temas com opiniões extremamente polêmicas, preconceitos. Tudo isso pode abalar sua carreira profissional, e também sua vida pessoal.
Espero que tenha ajudado!
Agora é mãos à obra!
Star Wars Day e a Campanha da Volkswagen
O que o dia 4 de Maio tem de tão especial?!
The Star Wars Day. O dia do Star Wars.
Não se trata de uma data oficial, mas sim de uma simbologia dos fãs da saga.
Em um dos filmes, há uma frase marcante:
“May the force be with you”.
Apesar da tradução, em inglês, há um jogo de palavras com a data 4 de maio (May the Fourth – 4th).
Para alguns pode parecer um absurdo, mas a saga faz ainda muito sucesso por todo o nosso planeta.
Geeks de todos os lugares se juntam para comemorar essa data assistindo todos os filmes e fazendo cosplay.
Nem preciso mencionar que já está nos trending topics do Twitter, né?!
#starwarsday
Em comemoração a está data, relembro de uma campanha de sucesso feita pela Volkswagen.
Uma criança com sua imaginação fértil e um pai atento aos sonhos do filho.
Mas porque Star Wars?! Porque não algo mais moderno?
Respondendo: Afinal, quem compra o carro?
Confira:
Liderança Natural
A palavra liderança é interpretada de diversas formas.
Afinal, como reconhecer um líder dentro de um grupo?!
Liderança requer muita atitude.
Assista esse vídeo e reflita um pouco o quanto a liderança é natural, simples e facilmente reconhecida.
Significado: O verdadeiro líder é aquele que consegue influenciar fortemente outras pessoas à ação, sem o uso da força ou do medo. Tem sua base na atitude pessoal, na competência e no carisma, levando os demais a admirar, respeitar e defender o líder e suas idéias.
Vale a pena ignorar um cliente furioso?! (Parte 2)
Um case clássico é o da Brastemp.
Quando você escolhe uma Brastemp, você não está procurando preço. Está procurando credibilidade, durabilidade, status, etc.
Afinal, construir o slogan “não é uma Brastemp” foi incorporar algo na marca que muitos do público já sentiam sobre a marca.
Em uma desatenção, um descaso, você pode por sua credibilidade em cheque.
Confira o vídeo:
Vale a pena ignorar um cliente furioso?! (Parte 1)
Postarei alguns cases interessantes, mesmo que alguns antigos, demonstrando o quanto ignorar clientes insatisfeitos pode ocasionar em uma grande tragédia para a empresa.
Neste primeiro, vou citar o caso da United Airlines, uma das grandes companhias aéreas norte americanas.

No caso, o consumidor reclamava que seu violão foi danificado durante o vôo, e tudo que ouviu foi um NÃO.
Valeu a pena?!
Confira o clipe gravado “em homenagem” a marca.
Obs: Essa música foi uma das mais vendidas no Itunes na época e saiu em todas as mídias.






















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